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	<title>Projeto Cinearte</title>
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	<description>Jornal da Manhã trazendo cinema a comunidade</description>
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		<title>Projeto se consolida em 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 17:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; O projeto Cinearte do Jornal da Manhã realizou, no sábado, a sua última sessão do ano de 2011. O filme de encerramento foi “Titãs: a vida até parece uma festa”, que encerrou a programação deste ano, com temática focada nos músicos que fizeram e fazer a história artística nacional. Seguindo a linha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>O projeto Cinearte do Jornal da Manhã realizou, no sábado, a sua última sessão do ano de 2011. O filme de encerramento foi “Titãs: a vida até parece uma festa”, que encerrou a programação deste ano, com temática focada nos músicos que fizeram e fazer a história artística nacional.</p>
<div id="attachment_615" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/12/CA_CE_EncerramentoCineArte2011_-30.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-615" title="CA_CE_EncerramentoCineArte2011_ (30)" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/12/CA_CE_EncerramentoCineArte2011_-30-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Público ouviu o melhor do rock nesse sábado, com um repertório que incluiu canções do Barão Vermelho e Titãs</p></div>
<p>Seguindo a linha de realização do projeto, o Cinearte deste ano também reafirmou sua proposta de oferecer espaço para a apresentação de músicos locais. Uma parceria importante foi feita com o curso de Artes da Universidade Estadual de Ponta Grossa, que levou seus acadêmicos para diversos espetáculos teatrais. A participação de outros artistas, como o cantor João Motta e o músico Boró, também foram de grande valia para compor outra vez uma programação diversificada aos espectadores do Cinearte.</p>
<p>Nesse sábado, quem fez o show logo após a exibição do filme dos Titãs foi a banda ponta-grossense Strêides. O vocalista da banda, Alessandro Chagas, destaca a importância de um projeto como o Cinearte para divulgar o trabalho dos artistas. “É legal para dar espaço para as bandas da cidade. Na abertura do Cinearte teve a participação da Mandau, e nós fechamos projeto, começando a tocar logo que subiram os créditos do filme dos Titãs. Foi bem legal, teve bastante gente, e a galera foi bem participativa”, disse Chagas. A banda Strêides apresentou um repertório de músicas nacionais que remetiam ao filme exibido, pela época em que foram sucesso, incluindo Barão Vermelho, Titãs e Arnaldo Baptista.<span id="more-614"></span></p>
<p>O diretor de redação do JM, Eloir Rodrigues, lembra que o projeto já está consolidado como parte da agenda cultural da cidade. O ponta-grossense já sabe que aos sábados, a cada 15 dias, encontra uma sessão de cinema com apresentação musical no Auditório B do Cine-Teatro Ópera. “Foi o quarto ano do projeto Cinearte, que vem evoluindo ao unir cinema e música, e que se tornou ainda mais importante com a parceria do Curso de Artes da UEPG”, diz.</p>
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<p><strong>Edição que promoveu os músicos nacionais</strong></p>
<p>Sempre voltado para o cinema e a música, o Cinearte desse ano teve uma temática mais específica, abordando a história e contribuição de músicos e compositores nacionais. Na telona o público conferiu Roberto Carlos, Cartola, Wilson Simonal, Geraldo Vandré, Sidney Magal, Teixeirinha, Vinicius de Moraes, Waldick Soriano e Arnaldo Baptista, entre outros. A coordenação do projeto neste ano coube aos professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Niltonci Batista Chaves, Nelson Silva Junior e Lucas Erichsen, e ao diretor de redação do JM, Eloir Rodrigues. Além da exibição dos filmes, a cada sessão um convidado especial comandou debate, tendo como base do diálogo o filme em exibição.</p>
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<p><strong>Apoiadores exercem papel fundamental</strong></p>
<p>Para que o Cinearte possa ser realizado, os parceiros exercem tarefa especial. Foram apoiadores culturais nesse ano a TVM, Diretório Acadêmico de História, cursos de História, Artes, Jornalismo, Geografia e Letras da UEPG, curso de Jornalismo da Secal, Torcida Trem Fantasma, Programadores Brasil (Ministério da Cultura), Secretarias Municipais de Cultura e de Educação de Ponta Grossa, Diretório Central de Estudantes (DCE), Núcleo Regional de Educação Ponta Grossa, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Serviço Social do Comércio (SESC). O Cinearte conta ainda com patrocínio da Heineken Brasil, Lojas MM, Net, Prefeitura de Ponta Grossa, Parque Histórico de Carambeí, Click!, Olé Propaganda, Colégio São Francisco e Darcy Marochi.</p>
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		<title>‘Loki’ emociona público do projeto Cinearte</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:11:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; Os fãs de cinema e música tiveram a oportunidade de assistir, nesse sábado, ao documentário “Loki”, que conta parte da história de Arnaldo Baptista, músico que fundou o grupo Mutantes. Para participar do debate, o radialista Juca Francisquini foi o convidado especial. “O convite surgiu em razão de minha participação na área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>Os fãs de cinema e música tiveram a oportunidade de assistir, nesse sábado, ao documentário “Loki”, que conta parte da história de Arnaldo Baptista, músico que fundou o grupo Mutantes. Para participar do debate, o radialista Juca Francisquini foi o convidado especial.</p>
<div id="attachment_608" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_C_CineArteLoki-12.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-608" title="CT_C_CineArteLoki (12)" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_C_CineArteLoki-12-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Público que assistiu ao filme participou de intenso debate, logo em seguida</p></div>
<p>“O convite surgiu em razão de minha participação na área cultural de Ponta Grossa. O fato de eu ter trabalhado nessa área criou uma ligação interessante com o público, além de eu também ter feito um programa de música alternativa de qualidade na rádio Vila Velha nos anos 80”, destaca Francisquini.</p>
<p>Em sua participação, ele falou um pouco a respeito da trajetória dos Mutantes, contextualizando o surgimento do grupo com alguns dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo na época, do ponto de vista da música, política, cinema e televisão.</p>
<p>“Procurei falar sobre a separação dos músicos do grupo Mutantes, e especialmente sobre a saída da Rita Lee, e depois do próprio Arnaldo. Encerrei falando a respeito da retomada dos Mutantes, com Sérgio Dias, mas sem a Rita Lee e já sema Zélia Duncan, que tinha fica em seu lugar”, explica Francisquini.<span id="more-604"></span></p>
<p>Segundo ele, a participação do público foi intensa durante a sessão desse sábado do Cienarte. O professor André Rosas, inclusive, levou alguns LPs dos Mutantes e do Arnaldo Baptista. “O filme foi emocionante, e quase todo mundo participou. Até um rapaz de Irati disse que viajou 80 quilômetros com a namorada especialmente para ver o filme”, recorda Juca Francisquini, que ainda destaca que foi necessário interromper o debate apenas por conta do horário, embora o diálogo estivesse intenso.</p>
<p>O Cinearte realiza a exibição gratuita de filmes que destacam a cultura nacional, sempre orientado na história do cinema e da música. Este é o quarto ano consecutivo que o projeto é realizado, e em 2011 a temática gira em torno dos cantores e compositores da Música Popular Brasileira. A última sessão do projeto deste ano está marcada para o próximo sábado, dia 3, quando será exibido o filme “Titãs: a vida até parece uma festa”, a partir das 17 horas. O filme foi escolhido através de votação no site do projeto www.cineartejornaldamanha.com.br. Haverá também um show com a Banda Strêides.</p>
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		<title>Cinearte exibe hoje história de ‘Loki’</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 16:56:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; O projeto Cinearte do Jornal da Manhã exibe hoje, às 17 horas, o filme Loki, que conta parte da história do músico e compositor Arnaldo Baptista (Loki). O filme de 2008, com direção de Paulo Henrique Fontenelle, será exibido no Auditório B do Cine-Teatro Ópera. O convidado especial que irá conduzir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>O projeto Cinearte do Jornal da Manhã exibe hoje, às 17 horas, o filme Loki, que conta parte da história do músico e compositor Arnaldo Baptista (Loki). O filme de 2008, com direção de Paulo Henrique Fontenelle, será exibido no Auditório B do Cine-Teatro Ópera. O convidado especial que irá conduzir o debate logo após a exibição do filme é o radialista Juca Francisquini.</p>
<div id="attachment_601" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_loki2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-601" title="CT_X_loki2" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_loki2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Criador do grupo Mutantes é destaque da sessão deste sábado</p></div>
<p>Conforme o professor Nelson Silva Junior, um dos coordenadores do projeto Cinearte, o filme deste sábado segue a linha proposta para este ano, de ressaltar a importância de determinados nomes para a produção cultural e musical do País. Nesse sentido, Arnaldo Baptista merece ser apresentado, pois foi o fundador do grupo Mutantes, que deu início à Tropicália, movimento cultural que marcou a MPB no final da década de 1960.</p>
<p>Como explica o professor, em sua resenha publicada nessa semana, “canções de sua autoria, como ‘Ando Meio Desligado’ e ‘Balada do Louco’, foram gravadas e regravadas por grandes nomes, como Ney Matogrosso e Zélia Duncan. Um dos momentos mais interessantes deste documentário é a apresentação do grupo Mutantes, em 1967, no 3º Festival de Música Popular Brasileira”.<span id="more-600"></span></p>
<p>O Cinearte realiza, a cada 15 dias, a exibição de um diferente filme que destaca a cultura nacional, sempre orientado na história do cinema e da música. Este é o quarto ano consecutivo que o projeto é realizado, e em 2011 a temática gira em torno dos cantores e compositores da Música Popular Brasileira. A última sessão do projeto deste ano está marcada para o dia 3 de dezembro, quando será exibido o filme “Titãs: a vida até parece uma festa”. O filme foi escolhido através de votação no site do projeto www.cineartejornaldamanha.com.br. Não haverá debate, apenas a apresentação musical.</p>
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		<title>Loki: criador do grupo Mutantes</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 14:05:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Produzido pelo Canal Brasil em 2008, e com direção de Paulo Henrique Fontenelle, o documentário LOKI (120 minutos) traz a trajetória de um artista considerado um gênio pelos seus pares. E quando falamos de pares estamos nos referindo a artistas de peso internacional como Kurt Cobain e Sean Lennon. O “loki” do título, Arnaldo Baptista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Produzido pelo Canal Brasil em 2008, e com direção de Paulo Henrique Fontenelle, o documentário LOKI (120 minutos) traz a trajetória de um artista considerado um gênio pelos seus pares. E quando falamos de pares estamos nos referindo a artistas de peso internacional como Kurt Cobain e Sean Lennon.</p>
<div id="attachment_596" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_loki.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-596" title="CT_X_loki" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_loki-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Canções de sua autoria, como “Ando Meio Desligado” e “Balada do Louco”, foram gravadas e regravadas por grandes nomes, como Ney Matogrosso e Zélia Duncan</p></div>
<p>O “loki” do título, Arnaldo Baptista, foi o responsável pela formação do grupo Mutantes, grupo que deu início à Tropicália, movimento musical que marcou definitivamente a Música Popular Brasileira, no final dos anos 60. O filme tem sua narrativa desenvolvida a partir de um quadro pintado por Arnaldo, um paulistano, nascido em 1948 e que deu ao rock brasileiro uma identidade.</p>
<p>Líder do grupo Os Mutantes, formado por Arnaldo, Rita Lee e Sergio Dias, seu irmão, Baptista teve sua trajetória marcada por dissabores pessoais que acabaram por encobrir a sua personalidade artística. Casado com Rita Lee, enquanto o grupo existiu, Arnaldo deixa claro no filme a sua decepção e dor em relação à ex-esposa, que autoriza as primeiras internações do artista, num sanatório para doentes mentais.<span id="more-595"></span></p>
<p>Numa dessas internações é que Arnaldo iria sofrer um acidente, que marcaria sua vida em definitivo: ele cai do 3º andar do prédio onde estava internado e sofre uma lesão cerebral, transposta anos mais tarde. No filme, depoimentos de grandes nomes da música brasileira como Lobão, Gilberto Gil, Roberto Menescal, Rogério Duprat, Tom Zé e Nelson Motta, revelam a genialidade do artista, considerado o fundador do rock brasileiro.</p>
<p>Canções de sua autoria, como “Ando Meio Desligado” e “Balada do Louco”, foram gravadas e regravadas por grandes nomes, como Ney Matogrosso e Zélia Duncan. Um dos momentos mais interessantes deste documentário é a apresentação do grupo Mutantes, em 1967, no 3º Festival de Música Popular Brasileira, promovido pela Rede Record, acompanhando Gilberto Gil na apresentação antológica de “Domingo no Parque”.</p>
<p>O disco “Lóki?”, gravado em 1974 e que dá nome ao filme, é considerado uma obra-prima do rock brasileiro. Vale ainda destacar a fala do cantor e compositor norte americano, Devendra Banhart, que afirma que os Mutantes foram melhores que os Beatles e que se tivesse que escolher entre a última apresentação dos Beatles e uma apresentação dos Mutantes, ficaria com a última opção. Para os fãs de Rock, Rita Lee, Mutantes e Arnaldo Baptista, o filme é imperdível. Para aqueles que não conhecem Arnaldo Baptista, o filme é imprescindível.</p>
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		<title>O último sobrevivente da era do rádio</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:46:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; O Cine-Teatro Ópera foi novamente palco para música e cinema, em mais uma sessão do projeto Cinearte, nesse sábado, dia 12. O destaque desse final de semana foi a figura do cantor Waldick Soriano, apresentada por meio do filme “Waldick – Sempre no Meu Coração” (2007), com direção de Patrícia Pillar. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>O Cine-Teatro Ópera foi novamente palco para música e cinema, em mais uma sessão do projeto Cinearte, nesse sábado, dia 12. O destaque desse final de semana foi a figura do cantor Waldick Soriano, apresentada por meio do filme “Waldick – Sempre no Meu Coração” (2007), com direção de Patrícia Pillar.</p>
<div id="attachment_588" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_C_CineArteValdickSemprenoMeuCoracao-38.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-588" title="CT_C_CineArteValdickSemprenoMeuCoracao (38)" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_C_CineArteValdickSemprenoMeuCoracao-38-e1321289153384-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">João Motta fez a apresentação musical do último sábado, pouco antes da exibição do filme de Waldick Soriano</p></div>
<p>O professor Marco Aurélio Pereira, do Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), foi convidado a conduzir o debate após o filme, e destaca que o público presente interagiu bastante com o documentário, que ele classifica como “muito bom”.</p>
<p>“Acho que a Patrícia Pillar teria feito um bom documentário se contasse a história de Waldick Soriano. Mas ela vai além disso, e o filme inteiro se constrói na perspectiva de mostrar como o final da vida de Waldick significou o final de uma era na música, de um estilo que começou romântica, virou cafona e depois brega. Depois dando lugar para o ‘new brega’ do Sidney Magal, já mais sensualizado e performático. Talvez o Waldick tenha sido o último sobrevivente da era do rádio”, diz Pereira.<span id="more-587"></span></p>
<p>O professor ainda destaca a importância da participação do músico João de Souza Motta, que interpretou algumas das canções de Waldick Soriano e de repertório variado, participando e colaborando também com o debate. “Foi muito rico vê-lo compartilhar a sua experiência de vida musical. Quero parabenizar o projeto, e lembrar à população que é fundamental a participação das pessoas durante as sessões. Acredito que somos a única cidade do mundo que tem espaço para cinema sobrando&#8230; e isso só se resolve com a criação de plateia”, destaca Pereira.</p>
<p>O músico João Motta, que colaborou com o Cinearte nesse sábado, é ponta-grossense, tem 71 anos, e participou da banda do músico Calistrato Sanson. Tem feito algumas apresentações a convite do Rotary e do Lions Clube, além de espaços comerciais como o do Supermercado Muffato, além da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Também está gravando um CD independente.</p>
<p>A próxima sessão do Cinearte será dia 26, com o filme “Loki – Arnaldo Baptista”, documentário de 2008 sobre Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes e um dos grandes ícones da música brasileira. O filme traz depoimentos do artista, familiares e amigos, como Tom Zé, Lobão, Nelson Motta, Gilberto Gil, Sergio Dias, Dinho Leme, Zélia Duncan, Liminha e Rogério Duprat, além de Kurt Cobain, Sean Lennon e Devendra Banhart.</p>
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		<title>Filme dos Titãs encerra 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 12:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; Foi apresentado ontem no Cine-Teatro Ópera, durante mais uma sessão do Cinearte, o nome do filme que irá encerrar a programação do projeto do Jornal da Manhã neste ano. Desde agosto, o site do Cinearte (www.cineartejornaldamanha.com.br) recebia a votação dos internautas para escolher qual seria o filme exibido na última sessão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>Foi apresentado ontem no Cine-Teatro Ópera, durante mais uma sessão do Cinearte, o nome do filme que irá encerrar a programação do projeto do Jornal da Manhã neste ano. Desde agosto, o site do Cinearte (<a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/">www.cineartejornaldamanha.com.br</a>) recebia a votação dos internautas para escolher qual seria o filme exibido na última sessão de 2011, em data ainda a ser confirmada. Estavam no páreo “Titãs – a vida até parece uma festa”, “Cantoras do rádio”, “O mistério do samba”, “Na estrada da vida”, “O ébrio” e “Brasa adormecida”.</p>
<div id="attachment_585" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-585" title="CT_X_titas" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_titas-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Documentário musical não apenas conta a história da banda, mas mostra irreverência, emoção e bom humor</p></div>
<p>As votações foram encerradas nessa sexta-feira, e a escolha foi por “Titãs – A Vida Até Parece Uma Festa”, que recebeu 47% dos votos. Em seguida vieram “Cantoras do Rádio” (28%), “O Mistério do Samba” (11%), “Na Estrada da Vida” (9%), “O Ébrio” (3%) e Brasa Adormecida (2%). No total, a enquete contou com 265 votos.</p>
<p>“Titãs – A Vida Até Parece Uma Festa” é um documentário musical de longa-metragem que não apenas conta a história da banda, mas mostra a irreverência, a emoção, o bom humor e as aventuras dos Titãs desde os primórdios até hoje em dia. As filmagens começaram logo no início da década de 1980, quando Branco Mello comprou uma câmera VHS para registrar tudo o que acontecia com os Titãs. Isso incluir suas atividades nos shows, estúdios, quartos de hotéis, aeroportos, ensaios, enfim, os bastidores do intenso convívio da banda.<span id="more-584"></span></p>
<p>Por mais de duas décadas, Branco e seus companheiros captaram e arquivaram sons e imagens em vários formatos como VHS, Hi-8, Super 8 e mini DV. A história dos Titãs, contada pelos próprios Titãs. Uma espécie de autobiografia do grupo.</p>
<p>Em 2002, Branco convidou o premiado diretor Oscar Rodrigues Alves para juntos dividirem o roteiro, a montagem e a direção do filme. Eles partiram das mais de 200 horas de material original organizado pela produtora Angela Figueiredo. De uma ampla pesquisa nas emissoras de TV, vieram os programas de auditório, videoclipes e entrevistas.</p>
<p>A soma desse conteúdo revela personagens incríveis e momentos inesquecíveis: o início underground em São Paulo, o primeiro sucesso “Sonífera Ilha”, as prisões por envolvimento com drogas, o antológico show “Cabeça Dinossauro”, os bastidores das gravações do álbum “Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas”, o sucesso nos grandes festivais, as saídas de Arnaldo Antunes e Nando Reis, a morte trágica de Marcelo Fromer, as viagens pelo Brasil e o mundo.</p>
<p>O resultado é um documentário musical de longa-metragem que não apenas conta a história da banda, mas mostra a irreverência, a emoção, o bom humor e as aventuras dos Titãs desde os primórdios até hoje em dia.</p>
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<p><strong>Próxima sessão traz ‘Loki – Arnaldo Baptista’</strong></p>
<p>O Cinearte realiza, a cada 15 dias, a exibição de um diferente filme que destaca a cultura nacional, sempre orientado na história do cinema e da música. Este é o quarto ano consecutivo que o projeto é realizado, e em 2011 a temática gira em torno dos cantores e compositores da Música Popular Brasileira.</p>
<p>A próxima sessão será “Loki – Arnaldo Baptista”, documentário de 2008 sobre Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes e um dos grandes ícones da música brasileira. Imagens históricas revelam a trajetória do artista desde a infância, o surgimento dos Mutantes, o casamento com Rita Lee, a separação, o fim da banda, a depressão que o levou a uma tentativa de suicídio e a um profundo coma, sua carreira solo e o reencontro com a paz. Com depoimentos do artista, familiares e amigos, como Tom Zé, Lobão, Nelson Motta, Gilberto Gil, Sergio Dias, Dinho Leme, Zélia Duncan, Liminha e Rogério Duprat, além de Kurt Cobain, Sean Lennon e Devendra Banhart.</p>
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		<title>Cinearte conta história de Waldick Soriano</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 12:25:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; Um autêntico representante do que se convencionou chamar “música brega”, Waldick Soriano é o tema do filme que será exibido hoje, a partir das 17 horas, no Auditório B do Cin e-Teatro Ópera de Ponta Grossa. É mais uma sessão do projeto Cinearte, do Jornal da Manhã, que traz ao espectador “Waldick [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>Um autêntico representante do que se convencionou chamar “música brega”, Waldick Soriano é o tema do filme que será exibido hoje, a partir das 17 horas, no Auditório B do Cin</p>
<div id="attachment_582" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-582" title="CT_X_Waldick" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_Waldick1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">“Não se faz paródia de quem é insignificante”, lembra o professor Marco Aurélio Pereira, sobre a figura de Waldick Soriano</p></div>
<p>e-Teatro Ópera de Ponta Grossa. É mais uma sessão do projeto Cinearte, do Jornal da Manhã, que traz ao espectador “Waldick – Sempre no Meu Coração” (2007), dirigido pela atriz e diretora, Patrícia Pillar.</p>
<p>Para conduzir o debate a respeito da produção, a coordenação do Cinearte traz como convidado o professor Marco Aurélio Pereira, do Departamento de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Ele fará uma breve análise técnica do filme eu mais detalhada acerca do papel desempenhado por Waldick Soriano na música, como representação simbólica que ele carrega.<span id="more-581"></span></p>
<p>“Na verdade, ele [Waldick] funda um estilo de música que é contemporâneo de vários outros cantores, que nós chamamos de ‘brega’. Há uma troca de influências entre ele e Reginaldo Rossi, embora seja pernambucano e o outro atue no eixo Rio &#8211; São Paulo. E, mais tarde, em nível de sátira, o Falcão grava ‘I’m not dog no’, em referência a ‘Eu não sou cachorro não’, do Waldick. Uma célebre paródia que mostra a construção de uma referência. Não se faz paródia de quem é insignificante”, aponta o professor.</p>
<p>Pereira ainda recorda que foi durante os anos 2000 que a figura de Waldick Soriano adquiriu uma aura mais “cult”, quando mais cantores, em nível de apresentação de shows, eventualmente cantam músicas dele. Além do debate ao final do filme, pouco antes da exibição haverá a participação do cantor João Motta, interpretando músicas românticas ao estilo do Waldick Soriano.</p>
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<p><strong>Filme que encerra projeto será conhecido no sábado</strong></p>
<p>Também neste sábado será revelada a escolha do filme que encerra a programação 2011 do Cinearte. Até essa sexta-feira os internautas puderam votar, através do site do projeto (www.cineartejornaldamanha.com.br) e escolher o filme que será destaque, com exibição no final deste ano. Estão na disputa os filmes “Titãs – a vida até parece uma festa”, “Cantoras do rádio”, “O mistério do samba”, “Na estrada da vida”, “O ébrio” e “Brasa adormecida”.</p>
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		<title>O lado mais humano de Waldick Soriano</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 13:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Nelson Silva Junior É muito provável que as pessoas que assistam ao documentário “Waldick – Sempre no Meu Coração” (2007), dirigido pela atriz e, agora também diretora, Patrícia Pillar, se perguntem o que a levou a produzir, junto com Mariza Leão, e a dirigir um filme sobre Waldick Soriano, considerado o Rei da Música Brega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>*Nelson Silva Junior</p>
<div id="attachment_578" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_Waldick.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-578" title="CT_X_Waldick" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/11/CT_X_Waldick-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Patrícia Pillar dirigiu este filme, que procura mostrar o homem por trás da figura caricata de Waldick Soriano</p></div>
<p>É muito provável que as pessoas que assistam ao documentário “Waldick – Sempre no Meu Coração” (2007), dirigido pela atriz e, agora também diretora, Patrícia Pillar, se perguntem o que a levou a produzir, junto com Mariza Leão, e a dirigir um filme sobre Waldick Soriano, considerado o Rei da Música Brega Brasileira.</p>
<p>Ao responder esta pergunta para um canal de TV, logo após o lançamento do filme, Patrícia revela a sua queda pela figura do homem com vozeirão, que cantava sofrendo, quase chorando. Talvez tenha sido justamente essa performance que fez do baiano Eurípedes Waldick Soriano, um fenômeno da cultura popular brasileira.<span id="more-577"></span></p>
<p>Aqueles que assistiram aos programas de auditório dos anos 70, como Chacrinha, Silvio Santos, Flávio Cavalcanti, Bolinha, devem lembrar-se da figura paladina, que usava óculos de sol, roupas pretas, chapéu e cantava “eu não sou cachorro não”.  O chapéu e os óculos foram marcas registradas de Waldick, um cantor romântico que se autointitulava poeta e que se inspirou no herói cinematográfico Durango Kid para a criação de seu visual.</p>
<p>O filme, segundo a própria Patrícia Pillar, não se propôs a ser uma biografia, mas sim mostrar o homem por trás do artista e isso o filme faz muito bem. O cantor que estudou apenas até o 4º ano primário, foi garimpeiro, engraxate, chofer de caminhão, lavrador. Saiu da sua cidade natal, a pequena Caetité, no sertão baiano, terra natal também do educador Anísio Teixeira, e foi para São Paulo tentar a “vida artística” no final dos anos 50. Waldick gravou mais de 80 discos e compôs mais de 700 canções, sendo que algumas se tornaram grandes sucessos, como o caso de “Tortura de Amor”, “Esta Noite Eu Queria que o Mundo Acabasse”, “Eu Não Sou Cachorro Não”.</p>
<p>O filme foi produzido e lançado em 2007, um ano apenas antes da morte do cantor, que pretendia retomar a sua carreira. Vale destacar a participação da cantora Claudia Barroso, também famosa nos anos 70 e as diversas esposas e amantes que passaram pela vida do artista. Mais um momento especial do documentário brasileiro que o Cinearte traz para você.</p>
<p><strong>*O autor é coordenador do curso de Artes Visuais e Música da UEPG e um dos organizadores do projeto Cinearte</strong></p>
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<p><strong>Filme que encerra projeto será conhecido no sábado</strong></p>
<p>O projeto Cinearte, do Jornal da Manhã, exibe neste sábado, dia 12, o filme “Waldick – Sempre No Meu Coração”. Será a partir das 17 horas, no Auditório B do Cine-Teatro Ópera, com entrada franca. Também neste sábado será revelada a escolha do filme que encerra a programação 2011 do Cinearte. Desde agosto os internautas podem votar, através do site do projeto (www.cineartejornaldamanha.com.br) e escolher o filme que será destaque, com exibição no final deste ano. Estão na disputa os filmes “Titãs – a vida até parece uma festa”, “Cantoras do rádio”, “O mistério do samba”, “Na estrada da vida”, “O ébrio” e “Brasa adormecida”. Quem quiser ainda pode visitar o site e votar até amanhã.</p>
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		<title>Cinearte desmistifica Vinicius de Moraes</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 16:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; O Auditório B do Cine-Teatro Ópera de Ponta Grossa foi, mais uma vez, palco para sessão do projeto Cinearte do Jornal da Manhã, na tarde desse sábado. O público presente teve a chance de assistir ao filme “Vinicius”, um documentário produzido em 2005, com direção de Miguel Faria Jr, e que mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<p>O Auditório B do Cine-Teatro Ópera de Ponta Grossa foi, mais uma vez, palco para sessão do projeto Cinearte do Jornal da Manhã, na tarde desse sábado. O público presente teve a chance de assistir ao filme “Vinicius”, um documentário produzido em 2005, com direção de Miguel Faria Jr, e que mostra em forma de documentário um pouco da vida de Marcos Vinicius da Cruz e Mello Moraes. O carioca, mais conhecido simplesmente como Vinicius de Moraes, teve participação importante na popularização do samba, ao levá-lo até as classes média e alta.<span id="more-575"></span></p>
<p>Quem conduziu o debate após a exibição do filme foi a professora Carla Roggenkamp, do Conservatório Musical Maestro Paulino Martins Alves. “Foi bem interessante, e os participantes contribuíram para que focássemos mais na figura histórica de Vinicius, entendendo ele como homem, como pessoa dentro de um contexto. Procuramos, com isso, fazer um retrato da época, e desmistificar o ídolo Vinícius”, comenta a professora Carla.</p>
<p>O Cinearte realiza, a cada 15 dias, a exibição de um diferente filme que destaca a cultura nacional, sempre orientado na história do cinema e da música. Este é o quarto ano consecutivo que o projeto é realizado, e em 2011 a temática gira em torno dos cantores e compositores da Música Popular Brasileira.</p>
<p>A próxima sessão acontece no dia 12 de novembro, com a exibição do filme “Waldick: sempre no meu coração” (2008), dirigido por Patrícia Pillar. O documentário retrata o cantor romântico, chamado pejorativamente de &#8220;brega&#8221;, Waldick Soriano, que ainda fazia shows e levava as mulheres à loucura com sua voz grave, após os 70 anos. A equipe de Patrícia acompanhou o cantor antes dele morrer, em setembro de 2008. A entrada é franca.</p>
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		<title>‘Vinicius’ é destaque hoje no Cinearte</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 00:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Danilo Kossoski &#160; Sugestão de programa cultural para a tarde deste  sábado é a exibição do filme ‘Vinicius’, pelo projeto Cinearte do Jornal da Manhã. O público pode conferir a obra  a partir das 17 horas no Cine-Teatro Ópera de Ponta Grossa. O diretor Miguel Faria Jr. conduziu, em 2005, a produção dessa obra que apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo Kossoski</p>
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<div id="attachment_570" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-570" title="CT_X_Vinicius2" src="http://www.cineartejornaldamanha.com.br/wp-content/uploads/2011/10/CT_X_Vinicius2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">O carioca Marcos Vinicius da Cruz e Mello Moraes foi também poeta, diplomata, jornalista, dramaturgo, crítico de cinema </p></div>
<p>Sugestão de programa cultural para a tarde deste  sábado é a exibição do filme ‘Vinicius’, pelo projeto Cinearte do Jornal da Manhã. O público pode conferir a obra  a partir das 17 horas no Cine-Teatro Ópera de Ponta Grossa. O diretor Miguel Faria Jr. conduziu, em 2005, a produção dessa obra que apresenta a montagem de um pocket show em homenagem a Vinicius de Moraes por dois atores (Camila Morgado e Ricardo Blat).</p>
<p>A partir daí o filme reconstitui a trajetória do compositor, em formato de documentário, mostrando a vida, a obra, a família, os amigos, e os amores de Vinicius de Moraes. Autor de centenas de poesias e letras de música, o carioca Marcos Vinicius da Cruz e Mello Moraes foi também poeta, diplomata, jornalista, dramaturgo, crítico de cinema, e uma das mais brilhantes mentes que o Brasil já teve.<span id="more-569"></span></p>
<p>“Na carreira teve grandes parcerias, compondo junto a figuras lendárias da música popular brasileira como Adoniran Barbosa, Ary Barroso, Pixinguinha, Edu Lobo, Carlos Lyra, Chico Buarque, Baden Powell e até mesmo Raul Seixas”, menciona o professor.</p>
<p>A apresentação do filme hoje irá contar ainda com a presença da professora Carla Roggenkamp, do Conservatório Maestro Paulino Martins Alves e Coro Cidade de Ponta Grossa. Ela irá conduzir o debate logo após a exibição de ‘Vinicius’, e sua participação irá destacar a importância do compositor na história da música brasileira. “Nos anos 60 e 70, ele fez a transição do samba, que até então era música negra, para as classes média e alta”, aponta Carla.</p>
<p>O Cinearte realiza, a cada 15 dias, a exibição de um diferente filme que destaca a cultura nacional, sempre orientado na história do cinema e da música. Este é o quarto ano consecutivo que o projeto é realizado, e em 2011 a temática gira em torno dos cantores e compositores da Música Popular Brasileira.</p>
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